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Herdade Paço do Conde – Rosé
Herdade Paço do Conde – Rosé
Encosta do Guadiana-Paço do Conde
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Preço (/unidade)
€ 4,41
Unidade
Disponivel em quantidades de
75 cl 12
Tipo Rosé 
Região Alentejano 
DOC/Regional Regional 
Castas
Aragonez - 70%
Touriga Nacional - 30%
 
Ano 2017 
Álcool 12,5 % 
Nr. Produto 1264 
Características
Pouco encorpado
Media acidez
Meio seco
 
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Apreciações
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Notas do Produtor
Em plena planície sul Alentejana, foi produzido este vinho com as castas Aragonez e Touriga Nacional. Apresenta cor rosada, aroma muito frutado com notas de frutos vermelhos. No paladar está equilibrado, fresco, macio e final elegante.

Eng.

This rosé wine is produced in the south of Portugal with the varietals, Aragonez, and Touriga Nacional. It has a fine pink colour, intense and fruity aroma with hints of red fruit. Its well balanced, fresh and smooth, with an elegant finish.
Mais
Produtor
Encosta do Guadiana/Paço do Conde
Desde a sua aquisição, em 1928 que a Sociedade Agrícola Paço do Conde explorava para além da Herdade do Paço do Conde, várias outras herdades na região, no entanto o Monte do Paço desempenhou sempre o papel de casa da família Ferrão Castelo Branco e sede da sua exploração agrícola.
Situada em Baleizão, no concelho de Beja, o facto de grande parte da área se integrar nos “Barros de Beja”, considerados os melhores solos do país para a cerealicultura de sequeiro, conjugado com as políticas nacionais da época, levou a que os cereais fossem, ao longo do século XX, a principal cultura. No entanto, embora relegados para as parcelas menos férteis, o olival e a pecuária nunca deixaram de ser uma componente importante da exploração.
Em 1975 a Herdade foi ocupada, passando a ser a sede de uma das UCP (unidades colectivas de produção) instituídas na zona.
A devolução das herdades pertencentes à família teve início em 1980, tendo a do Paço do Conde sido a primeira. Desde então que tem havido um esforço de investimento contínuo, primeiro para recuperar instalações e reequipar as herdades que iam sendo devolvidas, depois para aumentar as áreas, a produtividade e a rentabilidade dos cerais de sequeiro, mais tarde, quando os actuais proprietários se aperceberam que as políticas agrícolas obrigavam a que se encontrassem culturas alternativas, surge a construção de barragens, a plantação de vinhas e olivais, o aumento do efectivo pecuário e a construção da adega e do lagar de azeite.
Hoje, os actuais proprietários formaram diversas empresas que possuem e arrendam várias herdades, numa área total de 3400 hectares. A construção de diversas charcas e barragens, bem como de condutas que transportam água do rio Guadiana para estas, permitiu que se instalassem 6 pivots para culturas horto-industriais e que se plantassem cerca de 900 hectares de olival intensivo e cerca de 100 hectares de vinha. A pecuária extensiva continua a ter um papel importante, ocupando os solos mais pobres e/ou onde não é possível instalar sistemas de rega, existindo um efectivo bovino de cerca de 650 cabeças.
O Monte do Paço do Conde foi a localização escolhida para a construção da adega e do lagar, sendo o centro da actividade agro-industrial, administrativa e comercial.

A área de vinha totaliza os 100 ha, dividida em várias parcelas, todas elas nas situadas imediações da adega. As plantações iniciaram-se em 1998 mas a grande maioria foi plantada entre 2000 e 2001. Foram escolhidos solos franco-argilosos de xisto, menos férteis que os barros predominantes na zona.
As uvas provenientes das castas Aragonez, Trincadeira, Touriga Nacional, Castelão, Syrah, Cabernet Sauvignon, Alicante Bouschet e Merlot, são a base principal para a produção de um bom vinho.
Toda a área de vinha é regada com sistema gota a gota, essencial para que as plantas consigam o equilíbrio vegetativo necessário a uma maturação regular, numa região com verões tão quentes e secos como o baixo Alentejo.
As parcelas têm declives suaves e dimensões consideráveis, o que permite a total mecanização das operações, possibilitando para além de uma acentuada redução de custos, uma grande velocidade de execução, permitindo efectuar as operações dentro do intervalo de tempo ideal para que estas sejam realizadas.
A vinha é conduzida em sistema de Protecção Integrada, método respeitador do meio ambiente, filosofia sempre presente no processo produtivo da empresa, que evita aplicações desnecessárias de produtos fitofarmacêuticos. Este sistema é aplicado sob a orientação dos técnicos da ATEVA (Associação Técnica de Viticultores do Alentejo).
A vindima é efectuada quase exclusivamente à máquina. Apesar de ser um método mais “violento”, a velocidade e versatilidade deste processo trazem diversas vantagens: permitem vindimar as uvas quando as análises de controlo de maturação indicam o ponto óptimo, acelerando e abrandando o ritmo conforme necessário; o tempo entre a colheita e a entrada na adega, dada a proximidade das vinhas, é reduzido a alguns minutos (evitando longos períodos de exposição ao oxigénio e a temperaturas altas); a vindima tem lugar de noite, sendo as uvas colhidas a uma temperatura consideravelmente mais baixa (facto que tem especial importância numa zona onde as temperaturas diurnas na altura da vindima rondam geralmente os 35 a 40ºC levando a que se acelerem alterações fisiológicas e microbianas).


Área de Vinha 100 ha
Castas Merlot
Alicante Bouschet
Castelão/Periquita
Syrah/Shiraz
Aragonez
Touriga Nacional
Cabernet Sauvignon
Arinto
Trincadeira
Antão Vaz
Mais
 
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